A Farewell To Kings
Rush
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Sobre o disco
Sexto álbum de estúdio do Rush, lançado em 1977, marcando uma expansão sonora com o uso de sintetizadores e instrumentos orquestrais. Esta edição brasileira foi lançada pela Phonogram com o número de catálogo 6338 834. O álbum é considerado um marco na consolidação do estilo progressivo da banda.
Ficha técnica
- Artista
- Rush
- Nacionalidade
- Brasil
- Estilo
- Rock Progressivo
- Formato
- LP
- Rotação
- 33 ⅓ RPM
- Canais
- Estéreo
- Discos
- Simples
- Ano
- 1977
- Gravadora
- Phonogram
- Nº de catálogo
- 6338 834
- Gravado em
- Rockfield Studios, País de Gales
- Mixado em
- Advision Studios, Londres
- Masterizado em
- JAMF, Toronto
- Prensado em
- Brasil
- Label Code
- 6338 834
A história
O que faz deste disco uma peça especial
Contexto
Gravado no Rockfield Studios, no País de Gales, em 1977, o álbum foi composto em condições isoladas na zona rural galesa, permitindo à banda explorar novas texturas sonoras, incluindo sintetizadores, harpa e efeitos orquestrais.
Curiosidades
A faixa-título abre com o canto de pássaros e sinos de igreja gravados ao vivo no campo, e o álbum contém a primeira parte da saga ficção-científica 'Cygnus X-1', que seria continuada no álbum seguinte, Hemispheres.
Importância histórica
É considerado um divisor de águas na carreira do Rush, consolidando o som progressivo da banda após 2112 e abrindo caminho para composições mais complexas e conceituais nos álbuns seguintes.
Posição na carreira
Sexto álbum de estúdio da banda, situado entre 2112 (1976) e Hemispheres (1978), período em que o Rush atingia o auge de sua fase progressiva.
Influência musical
Influenciou fortemente o rock progressivo dos anos seguintes, sendo referência para bandas que combinam complexidade instrumental com narrativas conceituais, e é citado como um dos discos essenciais do gênero.
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